Como limpar o microondas e a pia de forma rápida, natural e eficiente


Prometi, aqui está!

limão- foto de autor desconhecido1) Como limpar o microondas: corte na metade um limão. Pode usar aquela metade esquecida que está lá na geladeira, se ainda não estiver esturricada… Ponha numa tigelinha que vá ao microondas, com um água até cobrir o meio limão. Ponha no micro, ligue em temperatura máxima por uns 3 minutos – ou até sentir o cheiro de limão cozinhando. Retire a tigela – com cuidado, está quente pra caramba! Passe um pano seco na área interna do microondas e está pronto.

Como funciona: o vapor do limão e de seus óleos essenciais espalha pelas paredes internas do equipamento. O limão tem propriedades adstringentes, quebra a gordura, além de desinfetar e deixar um cheirinho bom.

2) Como desinfetar a pia: Polvilhe bastante bicarbonato de sódio na superfície, esfregue com uma esponja úmida – molhe-a quantas vezes for necessário. Esfregue os cantinhos com uma escova de dentes para limpeza – se for reutilizar, ferva antes para esterilizar! Enxague. Jogue vinagre e deixe descansando por alguns minutos. Cubra com panos para o vinagre se manter como uma película úmida sobre toda a superfície. Enxágue novamente. Finalize com um pano seco com gotas de álcool – pode ser o perfumado caseiro que ensinamos a fazer aqui.

Como funciona: O bicarbonato causa um micro-atrito , retirando sujeiras mesmo dos “poros” da superfície. Por ser básico, ajuda na limpeza e retira odores. O vinagre ajuda a quebrar gordura, desinfeta e remove o bicarbonato. A água, solvente universal, retira as sobras desses produtos junto com as sujeiras e gorduras já quebradas. O pouquinho de álcool ajuda a secar, desinfetar e deixar u cheirinho suave e que não atrapalha a culinária.

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Como a economia verde deveria ser – post pra concurso da UNEP


Olá, pessoal!

Estou participando do concurso da UNEP, das Nações Unidas, com o post How an actual green economy should look like

Aqui estou postando uns trechos traduzidos pra vocês, mas entrem no link acima, curtam e comentem para contar na votação.

Consumismo, por the99percent.com

Ouvimos muito sobre empregos verdes, negócios sustentáveis, eco-produtos e assim por diante. Na maioria das vezes, no entanto, é apenas sobre pessoas repintando produtos antigos, empresas antigas e velhos modos de trabalhar com uma brilhante pintura “verde”.Só porque agora é legal ser ecológico.

Mas eu realmente acredito que uma economia verde deve ser muito mais do que isso.Precisamos olhar para onde chegamos com olhos diferentes.

…Um verdadeiro negócio sustentável deve cuidar não só do próprio produto ou da embalagem. É fácil fazer etiquetas sensacionalistas para as prateleiras do mercado, mas cada vez mais clientes vão querer coisas realmente ecologicamente projetados.


Nas próximas décadas, meu amigo, se tivermos sorte o suficiente, vamos ver essa onda de sustentabilidade crescer e se consolidar. Não como um modismo temporário, mas como um paradigma genuinamente novo de trabalhar, produzir, consumir e viver. Na verdade, eu não espero que seja trazido pela indústria ou por governos. Acho que vai surgir de pessoas, como você e eu. Mais e mais, os indivíduos, com a bênção de redes e mídia social, estão arregaçando as mangas para trazer a sustentabilidade para a prática.

Viajando barato com formas de consumo colaborativo


Muita gente deixa para tirar férias em janeiro. Descansar, curtir o sol, a montanha, a fazenda, conhecer lugares novos… viajar é sempre bom. O problema é o dinheiro. Nem sempre temos grana para conhecer os lugares que gostaríamos de visitar.

Mas tem uma boa solução para isso, dentro do que chamamos Consumo Colaborativo. É uma forma de alugar um quarto, ou até mesmo um sofá, em casa de pessoas no seu destino, e assim conhecer de perto a rotina do lugar e de quebra pagar baratinho.

Ano passado Dan e eu estivemos na Europa, e usamos o Airbnb para encontrar hospedagem barata em Barcelona e em Roma. Foi uma ótima experiência.

Além de termos reduzido muito o preço da viagem, conhecemos a simpaticíssima italiana Stefania, com seu apartamentos arrumadinho sempre com boa música ambiente. Ela adora Caetano e outros músicos brasileiros, e demos para ela uma grande quantidade de músicas em mp3. Conhecemos também a brasileira-barcelonense Bruna, que deu altas dicas de compras e tansporte em Londres. O apartamento dela ficava a pouca distância do ponto de chegada do ônibus do aeroporto e perto também das Ramblas: fizemos tudo a pé.

O legal nesses sistemas colaborativos é que a própria comunidade ajuda na segurança e na avaliação de qualidade. Você deixa um comentário sobre seu anfitrião (ou hóspede, se você resolver alugar um quarto pelo site e assim ganhar uma grana extra). Assim os próximos usuários saberão o que esperar – se o lugar é barulhento, se o anfitrião não é gentil, se tem cheiro de cigarro, se tem bicinhos de estimação, enfim, tudo é dito.

Dicas para viajar como bom "hóspede":

  • Lembre-se que não é um hotel. Não atrapalhe a rotina da casa. Não perca as chaves, e leve seu celular para se comunicar com seu anfitrião (esse foi um grande erro nosso, que nos deixou super constrangidos quando nos perdemos e atrasamos no check-in!!)
  • Leia todos os comentários e avalie se o lugar onde você pretende ficar lhe atende, quanto a distância, facilidade de transporte, tipo de família onde vai se hospedar. Assim como hotéis, quanto mais você estiver disposto a pagar, mais vantagens pode ter, como café-da-manhã (nem sempre incluso), um quarto mais privativo, etc.
  • Lembre-se que você é responsável por sua segurança: busque todas as indicações do anfitrião ou hóspede, peça referências, fotos, pesquise nas redes sociais sobre a pessoa. Diga exatamente o que você espera e o que você não quer.
  • Leve uma lembrancinha de seu lugar de origem. Um mimo sempre agrada!

Você também pode experimentar algo menos confortável, mas ainda mais vantajoso financeiramente: conheça o Coachsurfing.

Outra dica: programe viagens em grupo e dê caronas para amigos que vão para a mesma direção. Se for viajar de avião, um site excelente para acomoanhar promoções é o melhoresdestinos.

Boas férias!

O bom e o ruim de feiras de trocas


No fim do ano, experimentamos uma feira de trocas na família. Foi muito divertido, demos muitas risadas e todos saíram com algo na mão – mesmo os que, desconfiados, não tinham levado nada para trocar.

Resultado: dá certo, mas nem todos saem satisfeitos com tudo. Talvez com atenção a algumas coisas a brincadeira fique mais divertida e todos saiam mais felizes:

Errado:
– Não leve coisas que estão muito velhas, sujas ou quebradas. Nenhum amigo seu ou parente vai querer ficar com aquilo, ou vai ficar chateado quando descobrir que levou “gato por lebre”. Isso leva o nível da feira láá pra baixo, e tira a graça. Quanto melhores os itens pra troca, mais legal e animadora é a feira!

– O lema é: leve aquilo que você enjoou, não combina mais com você ou não lhe serve, mas está em ótimas condições. Você tem carinho por aquela blusa, mas preferia uma de outra cor ou simplesmente algo novo no seu guarda-roupas. É pra isso que a feira serve – não para se desfazer de entulhos..

Certo:
– Antes de começar o troca-troca propriamente dito, assistimos a História das Coisas, um video leve para repensarmos nossos hábitos de consumo. Foi uma boa idéia, mesmo que nem todos entendam o X da questão.

– Pessoas que não levaram nada começaram a gostar da idéia e prometeram levar coisas pra próxima feira. Vale a pena distribuir itens que tenham ficado sobrando no troca-a-troca, que as pessoas recebem como souvenier e ficma animadas.

– Talvez seja uma boa idéia escolher um tema. É mais legal trocar itens equivalentes – roupas por roupas, acessórios por acessórios, itens de decoração com itens de decoração, etc. Nossa feira estava tão divsersificada que ficou difícil comparar os itens pra trocar, deixando cada trocador um pouco confuso. No fim, alguns saem se perguntando se valeu a pena trocarem abacaxi com alface. (às vezes você só queria outra fruta mesmo..) Fica a idéia de criar uma moeda alternativa, e todos atribuirem juntos o valor de cada item.

Foto: Loja Cupcake

 

Troca-troca: Renovação e sustentabilidade ao mesmo tempo!


Quer ver uma idéia de feira de trocas na prática? A @franfran está promovendo um troca-troca de roupas com festinha e guloseimas na casa dela.

Todo mundo de roupa nova no fim do ano. Com diversão, sem gastar um centavo e o melhor – sem consumir mais recursos do planeta! 🙂

Dê um presente pra natureza, pra você e pros amigos ao mesmo tempo.

Inspire-se! ::

Em vez de amigo secreto….feira de trocas! =)


Uma sugestão para você que cansou do amigo secreto tradicional e quer inovar com algo mais criativo e totalmente sustentável: que tal uma feira de trocas?

Aproveite sua limpeza de fim de ano nos armários e guarda-roupas: separe o que está em ótimas condições, mas você enjoou, o que não lhe serve mais, o que não combina com sua casa nova ou você já cansou de ler, ouvir e assistir. Anime seus amigos e parentes a fazerem o mesmo! Você pode tirar fotos e pôr num tumblr, como a gente fez: donossoquintal.tumblr.com . =)

Outra idéia ótima, especialmente se você está precisando de uns trocados extras, pode experimentar a idéia da @franfran, uma garage sale virtual:  http://acasanovadafran.shoply.com/

Desapegue, divirta-se e renove sem gastar nem consumir mais recursos!

Anotações ao ler The Transition Handbook – o Homem e o petróleo


Um americano consome em média 02 barris de petróleo por mês.
http://askville.amazon.com/barrels-oil-day-average-American/AnswerViewer.do?requestId=728700

Estima-se que um barril equivale a aproximadamente 10.000 horas de trabalho humano.
http://www.theoildrum.com/node/4315

Então, cada americano precisaria trasbalhar 20.000 horas por mês, ou 27 horas por dia, sem feriados. Mas espere aí… o dia não tem 24 horas?!

Então como meu tataravô conseguia viver por conta própria, com a ajuda apenas de, digamos o trabalho de alguns cavalos e jumentos, e ainda alimentar 4 filhos?

Realmente, o uso de petróleo nos fez acreditar que poderíamos consumir energia infinitamente.

Estamos muuuito fora das capacidades de energia e matéria que deveríamos. Nós não conseguimos hoje nos sustentar como espécie. Precisamos urgentemente conseguir mais com menos.

Crescimento econômico é coisa de um mundo do passado…


Ótimo texto do biólogo Fernando Fernandez, gostaria de compartilhar.

Veja o texto completo no ((o)) Eco

Trechos inspiradores:

"Eu tenho o sonho de um mundo com uma economia estável, abandonando o objetivo obsoleto do eterno crescimento.

Com isso tudo, a idéia da necessidade de crescimento, progresso, tornou-se um dogma que pouquíssimas pessoas sequer se atrevem a questionar. Nascia o que o famoso zoólogo Konrad Lorenz chamou, há quase três décadas, de “a falsa religião do progresso”.

A equação é simples: a nossa espécie, que um dia foi mais uma humilde espécie entre tantas outras, cresceu demais e o planeta já não aguenta mais nossas agressões em tão grande escala.

(…) a automação industrial, que deveria permitir que as pessoas tivessem cada vez mais tempo para atividades criativas, como defendido por Domenico De Masi. Nós deixamos de nos permitir este tempo por causa da nossa louca corrida para atender a todas as pseudo-necessidades do consumismo.

Olhe os livros e filmes de umas cinco décadas atrás, e os que se fazem hoje. Há muitas diferenças é claro, mas uma é particularmente chocante: a leveza. (…) Ganhamos em muitas coisas nessas décadas, claro, na duração de nossas vidas, nas conquistas de muitos direitos humanos, na tecnologia a nosso dispor, no acesso à informação e por aí vai. Mas perdemos em muitas outras também, frequentemente mais difíceis de contabilizar. (…)Um filme de Fellini hoje nos parece quase insuportavelmente idealista ou ingênuo. Quão imensamente triste isso é!

Eu tenho o sonho de que os filhos que um dia terei viverão num mundo onde as pessoas não vão ser avaliadas pelo que elas têm, mas sim pelo que elas são.”

Ecologia ~ Economia


Talvez você já tenha percebido que são palavras parecidas. E não é impressão: ambas vêm do grego oikos, que significa casa, lar.

Ao pé da letra, Economia significa “administrar o lar”, enquanto Ecologia significa “estudar o lar”. Nosso lar ou casa podem ser compreendidos em diversas escalas, como o nosso domicílio,a nossa vizinhança, o bioma em que vivemos, e até mesmo o planeta todo.

A ecologia é a ciência que estuda as relações entre nós e os outros seres vivos com quem compartilhamos a casa-Terra. Como, infelizmente, a nossa administração do lar-planeta (economia) não tem sido lá muito boa, economia passou a soar como algo ruim para o meio ambiente, quando deveria ser o contrário. E passamos a chamar de ecológicas as boas práticas de administração da “casa”. Que confusão, não?

No fim das contas, deveríamos ter em mente que a economia deveria ser uma boa administração do meio ambiente em todos os níveis: do local ao global. Sustentabilidade tem a ver com isso: precisamos saber cuidar do nosso lar-planeta de forma durável, sem pensar apenas no hoje, mas nas futuras gerações.

E a natureza é uma excelente economista: todos os processos têm o mínimo de desperdício. O que não serve para um ser vivo é alimento para o outro, os ciclos são fechados. Uma economia perfeita.

Por isso, mesmo que você não se considere ambientalista, saiba que colocar ações ecológicas no seu dia-a-dia traz benefícios para sua própria qualidade de vida: se você se inspirar na natureza, você pode economizar tempo, trabalho e dinheiro.

Confira algumas dicas dessa nova economia neste blog.

Limpeza ecológica


Para ter um lar doce lar limpo é preciso uma penca de produtos de última geração – multi-uso, limpa-vidros, desinfetante, desengordurante, detergente, sabão em pó, perfumador, amaciante de roupas, tira-manchas, etc etc etc etc – a lista é infindável.

Certo? …. Errado!

Como já diz minha mãe: criam-se frascos de produtos com cor e cheiros artificiais pra gente comprar, mas nada é tão eficiente como água, sabão e braço. E é a pura verdade!

Já há algum tempo tenho deixado de comprar multiuso, limpa-vidros e perfumadores. Mais recentemente, desde o início deste ano, tenho deixado amaciantes e desinfetantes de fora também, reduzindo ainda o consumo de detergente e sabão em pó.

Veja as dicas dos sites abaixo. Com pouco dinheiro você tem um kit de limpeza ecológica tão ou mais eficiente que as tranqueiras compradas, e com a segurança se estar usando algo que não prejudica sua saúde e a de sua família. (o ingrediente mais caro são essências naturais, mas usa-se tão pouco, que compensa!!)

Vejam os sites abaixo, que têm receitas básicas.

Eu vou imprimir e colocar na porta do armário!

http://www.comofazertudo.com.br/casa-e-jardim/como-fazer-produtos-de-limpeza-ecol%C3%B3gicos

http://tgt.blogspot.com/2008/07/28072008-limpeza-ecolgica.html

De stand by


Estes dias a Chris participou de um seminário sobre energia e o palestrante falou sobre o impacto do consumo de energia dos aparelhos domésticos quando estão em “stand by”. É impressionante pensar que alguns aparelhos consomem mais energia quando estão “supostamente” desligados. Isto porque, em alguns casos, o consumo do aparelho em stand by é bastante alto.

Então, fui à procura de informações na internet. E o que eu descobri:

“Alguns aparelhos de televisão, por exemplo, consomem em média 90W (Watts) quando se encontram ligados. Neste caso, se ele permanecer ligado por 1 hora por dia, isto implicará num custo mensal de R$ 0.55. Todavia, considerando este mesmo aparelho no modo standby, seu consumo em média é de 20W. Se considerarmos este aparelho supostamente desligado, ou seja no modo standby, isto resultará num custo mensal de R$ 0.12. Note que há aparelhos de TV com menor consumo no modo standby, algo próximo de 1W. Outro caso interessante é o microondas que durante quase um terço do ano consome mais energia no modo standby (mantendo seu relógio e teclado por toque ativo) do que cozinhando ou esquentando alimentos. As caixas da TV a cabo é outro grande vilão. Podem ser vistas como verdadeiro sorvedouro de energia, podendo consumir de 5 a 25W.”

Fonte: http://www.espacoacademico.com.br/005/05mendes.htm

Então, lá em casa, agora, os aparelhos ficam todos desligados na tomada e só quando usamos é que eles são ligados. Os bolsos e o meio ambiente agradecem.

LUCAS ROQUE