O novo trabalho – qualidade de vida e menor impacto


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Seis horas da manhã. Relógios despertam, e uma multidão, simultaneamente, dirige-se ao banheiro para tomar banho, escovar os dentes, fazer a barba. Pico de consumo da água e de energia. Sete horas. A multidão tira seus veículos da garagem, grande parte dos quais transportam apenas uma pessoa, queimando combustíveis fósseis para fazer mover o automóvel de quase uma tonelada, e o passageiro de cerca de 70 kg. Pico de emissões de poluentes, trânsito engarrafado, risco de acidentes alto. Batem dezoito horas, é feito o caminho contrário. A multidão segue de volta para suas casas, emitindo gases de efeito estufa, ficando mais tempo que o necessário no trânsito, chegando em casa exausta e correndo para o banho.

Será que sempre foi assim e sempre será? Certamente que não. O “horário de expediente” é algo que deve ter sido criado na época da Revolução Industrial, por força de as fábricas precisarem de um horário definido para abrir e fechar, ligar e desligar as máquinas. Antes disso, o trabalho era algo menos concentrado geograficamente. Lavradores cultivavam a terra anexa a suas casas, sapateiros, ferreiros e outros profissionais possuíam seu estabelecimento frequentemente anexos a suas casas. O horário de trabalho era bem mais flexível. Os adolescentes aprendiam desde cedo com a observação, a família em si estava por perto e participava do ofício direta ou indiretamente. Não havia uma separação tão compartimentada entre vida pessoal e profissional. Certamente a criação de espaços próprios para o trabalho trouxe muitos ganhos, em especial quanto à saúde e segurança do trabalhador. Por outro lado, havia mais liberdade e menos insatisfação. Menos estresse, menos depressão.

E no futuro? O que se pode esperar? Bem, talvez num futuro não muito distante possamos conciliar o melhor dos dois mundos. E é isso que decidimos experimentar em nossa empresa, a Jacarandá Soluções Ambientais. Um esquema baseado em escritórios residenciais, muita comunicação via computadores e smartphones, aproveitamento dos compartilhamentos em nuvens e ferramentas de edição de documentos online. Nossa equipe é formada por consultores livres para trabalhar de onde quiserem e quando quiserem, e que também estão livres para participarem de outros projetos em outras organizações. Isso exige um esforço de gerenciamento de pessoal maior, sem dúvida. Que só funciona baseado em muita confiança e comprometimento mútuo com os projetos. Por outro lado, trabalhamos com pessoas sempre motivadas e felizes. Além disso, com um custo fixo baixo, a empresa funciona como um barco leve, capaz de atravessar a crise com mais resiliência.

Podendo contar com o apoio de modernos escritórios compartilhados para reuniões, e estando atentos para manter a vida fiscal em ordem nesse formato, é uma fórmula que tem dado (muito) certo.

Apostamos nesse modelo porque acreditamos que a liberdade e a sustentabilidade que ele proporciona valem a pena. Esperamos ver outras empresas e startups nascerem com essa nova concepção de trabalho, e que isso torne as pessoas mais felizes e plenas, sendo um ser humano integral, conciliando as vidas pessoal e profissional com mais naturalidade.

As flores de plástico não morrem, mas as de verdade são imensamente mais bonitas!


Plantas são mesmo criaturas muito generosas. Dão sombra, ar, abrigo, flores e frutas, por apenas água, luz e terra. As minhas, então, mereceriam medalha de resistência e amor incondicional. Confesso não ter sido uma boa cuidadora nos últimos tempos… Ainda assim, meu pobre jardim ainda nos brinda com essas coisas lindas!

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E para completar, achei finalmente um lugar barato pra comprar flores aqui em BH, o carrefour pampulha ! Tulipa por R$ 8 e kalanchoe por R$ 2,80 :)

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Macarrão com rúcula: receita de massa fácil, saudável e deliciosa!


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Cozinhe a massa de sua preferência. Sugiro farfalle ou talharine.

Refogue no azeite alho amassado e cebola bem picadinha, e quando estiverem dourados, acrescente tomates maduros picados. Gosto de usar o tomate italiano, ou o andrea, que devem estar bem vermelhos, mas firmes. Deixe cozinharem até ficarem bem macios e amasse com a colher para se transformarem num molho meio líquido, meio em pedacinhos. Tempere com manjericão, orégano ou salsa e cebolinha, o que você tiver à mão. De preferência frescos, é claro, e procure não misturar muito: escolha um tempero verde e invista nele sozinho. Quando prontos, despeje a massa e o molho num prato forrado com rúcula picada. A rúcula vai semi-cozinhar no calor. Finalize com um bom queijo. Para mim, prefiro o canastra para acompanhar este prato.

Bom apetite!

Snack saudável: coco e frutas


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Lanche da tarde saudável: frutas, coco e creme.

Yes, nós temos coco! E ele fica tão esquecido no nosso dia a dia, não ė mesmo? Uma alternativa mais em conta que as castanhas, também extremamente saudável, ė uma ótima opção para incluir no nosso cardápio como lanche rápido.

Depois de saber que ė um dos melhores alimentos que existe, e animados com a ideia da minha mãe, que congela o coco em pedaços para ir comendo durante a semana, adotamos aqui em casa o coco como o mais novo ingrediente nutritivo do nosso dia a dia!

Que tal um lanche da tarde de frutas, coco e iogurte ou creme? :)

Bom apetite e saúde!!

Imprimíveis (printables): lembrete de dicas sustentáveis para casa


Há alguns meses estamos com uma ajudante aqui em casa… A Cris ama fazer comida e agradar a gente com doces inesperados. Mas não é lá muito ambientalista… a coitada está sofrendo pra andar na linha natureba aqui em casa!

Tive então a ideia de afixar alguns lembretes na lavanderia. O primeiro é este, das coisas que mais quero que ela lembre neste momento. Compartilhamos aqui para quem quiser imprimir e manter um lembrete desses em casa também – seja para uma ajudante, seja para a família!

Bom proveito!

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Um post e um blog muito legal para acompanhar também!


O mito de que alimentos orgânicos são mais caros – http://wp.me/p3OmDL-kX

Compras na roça, produção local, saúde e economia


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R$ 20 em compras.
Quanta fartura, por tão pouco!
Em Coqueiral-MG, conhecemos uma família de agricultores que produz para a merenda escolar, com incentivos do governo. Nem tudo é ruim neste mundo! ;)

Segundo dona Marli, tudo sem agrotóxicos. Ela ainda produz biscoitos e doce de goiaba caseiro. Bom motivo pra voltar pra BH de sacola cheia!

De outros produtores locais, queijo fresco, rapadura, frango caipira e lingüiça defumada de verdade, sem aroma artificial de fumaça. Aí dá até pra sair da linha e comer carne..

Fica a dica, aproveite idas ao interior para conhecer a produção local e voltar abastecendo a despensa de comida boa e saudável!

Feira organica e descobertas


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Fui na feira e comprei… Maracujá e abóbora da roça, banana prata, banana maçã e banana vermelha. Banana vermelha?? Pois é… Alguns chamam banana roxa, outros banana vinagre. Descobri por que. Experimentei crua, mas o sabor não me agradou muito. Mistura de prata com nanica, sei lá… Coloquei no microondas pra experimentá-la cozida com açúcar e canela, e saiu um cheirinho de vinagre! Não curti muito, pra set sincera.. Mas coloquei um pouco de leite condensado e Juju mandou ver!

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Sem coleta seletiva? Até quando ?!!!


Até quando BH vai ficar sem coleta seletiva em todos os bairros?

Segundo a SLU apenas alguns bairros da capital contam com o serviço de coleta seletiva em caráter experimental. É uma pena. Bairros residenciais como Jaraguá, onde eu moramos, não tem coleta seletiva e nem pontos de coleta de material reciclável.

Em casa tentamos fazer a nossa parte, separando o lixo para descarte adequado. Separamos plástico, papel, vidro e metal. Fizemos um móvel com caixas de supermercado nas cores indicadas para cada tipo de material.

Em casa somos três pessoas e levamos em média, 20 dias para encher as caixas de plástico e papel. Quando estão cheias temos de fazer a procissão do lixo. Pegar as caixas e procurar um ponto de coleta e depositar o material recolhido. Os pontos de coleta mais próximos de casa são na UFMG ou na vila militar, distantes em média 2,5 km de casa.

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Não é fácil manter o material em casa até juntar um volume considerável, levar até o local de coleta, descartar nos contêineres com abertura pequena onde não cabem as caixas ou embalagens plásticas… ufa! Só fazemos isso porque acreditamos no agir local e pensar global. Mas tenho de confessar, não é fácil.

Será que existe alguém que ainda não acredita na viabilidade econômica e ambiental da coleta seletiva? Porque a PBH não disponibiliza este serviço em todos os bairros da capital? Será que o período experimental já não foi suficiente? Será que existe alguma pressão das empresas particulares de coleta de lixo para a coleta seletiva não pegar em toda a cidade? Estas e muitas outras perguntas continuam sem respostas e martelando em nossas cabeças. Por quê? Até quando?

coletaNa cidade de São Vicente – SP a coleta seletiva funciona em todos os bairros e a renda auferida com a venda do material é destinada às creches e escolas municipais. Todo mundo coopera separando em casa os resíduos secos dos molhados. No dia indicado, o caminhão da coleta seletiva passa recolhendo o material. Foram feitas palestras e distribuídos panfletos orientativos em todas as casas da cidade. Tenho informações de que o processo funciona bem com um volume crescente de material recolhido. Mais informações no site da CODESAVI (http://www.codesavi.com.br/proj_view.php?id=22) companhia municipal responsável pela coleta seletiva na cidade.

Até que o lixo seja recolhido na porta de casa, vamos fazer a nossa parte. Para ajudar segue um mapa com os ecopontos (pontos de coleta) na grande BH. Acorda gente! Acorda PBH!

E a terra continua a dar seus frutos…


.Enquanto estamos no ostracismo, gestando um novo site / blog totalmente novo, e enquanto estamos correndo para dar conta de mil e um projetos e trabalhos paralelos, e enquanto a Júlia cresce, cada vez mais fofa e sapeca, e enquanto não temos quase tempo de cuidar do jardim…

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…a terra generosamente continua dando seus frutos e flores!

Ode às fruteiras: o charmoso hábito brasileiro


Foto: Alessandro Leite @ Flickr

Uma foto bem, digamos, retrô em homenagem às mesas de vovós com fruteiras

Eu confesso: até bem pouco tempo, não era fã de usar frutas para enfeitar  a mesa, não. Achava coisa cafona, de sala de jantar de tia-avó. Mas de tanto o Dan falar que gostava, que frutas são bonitas, que lhe traziam uma sensação boa, de abundância, acabei cedendo. E não é que ele tinha razão?

Nossas mães e avós tinham o costume de colocar uma fruteira – que podia ser simplesmente uma gamela de madeira velha ou  uma tigela improvisada – para enfeitar as mesas da cozinha e sala de jantar. Com o tempo, acabamos substituindo esses hábitos por instalar no nobre centro das mesas umas fruteiras “chiques” com bolas de isopor ou resina enfeitadas. (? que raios….) Era o máximo modernoso! Agora, já isso é cafona também.

Agora aqui em casa ou temos um vaso de flores (aqui que máximo, ó ;) ou uma boa e velha fruteira cheia de frutas. Quando elas vão minguando, porque acontece, retiro ela para a cozinha até passar no sacolão e recheá-la de novo.

Porque fruteiras são legais:

  1. Frutas são uma decoração bonita e barata – e, há quem diga, ‘vintage’ ;)
  2. A decoração muda a cada passadinha no mercado, feira ou sacolão
  3. O mais importante: incentiva você a comer melhor. Frutas à mão = mais frutas na barriga

Por isso, esconda aquele vidro pomposo com doces e coloque a fruteira à vista.

Pelo retorno das velhas, boas e simples fruteiras cheia de delícias frescas enfeitando as nossas mesas!

Mudanças a caminho…


Aqui atrás das cortinas – ou no fundo do quintal – estamos preparando muita novidade por aí! Compramos um domínio próprio, e em breve estaremos com um layout totalmente novo, logo nova, site com boa navegabilidade para vocês, queridos e fiéis leitores, passearem de um jeito leve e divertido por nossas dicas e posts.

Aguardem e voltem sempre ;)

Todo sábado você encontra orgânicos fresquinhos na Rede Terra Viva


Legal, agora a feira Terra Viva é semanal! :)

Feira Terra Viva

Um bom hábito para o segundo semestre do ano: alimentar saúde e alegria semanalmente com a Rede Terra Viva!

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