As flores de plástico não morrem, mas as de verdade são imensamente mais bonitas!


Plantas são mesmo criaturas muito generosas. Dão sombra, ar, abrigo, flores e frutas, por apenas água, luz e terra. As minhas, então, mereceriam medalha de resistência e amor incondicional. Confesso não ter sido uma boa cuidadora nos últimos tempos… Ainda assim, meu pobre jardim ainda nos brinda com essas coisas lindas!

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E para completar, achei finalmente um lugar barato pra comprar flores aqui em BH, o carrefour pampulha ! Tulipa por R$ 8 e kalanchoe por R$ 2,80 :)

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Macarrão com rúcula: receita de massa fácil, saudável e deliciosa!


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Cozinhe a massa de sua preferência. Sugiro farfalle ou talharine.

Refogue no azeite alho amassado e cebola bem picadinha, e quando estiverem dourados, acrescente tomates maduros picados. Gosto de usar o tomate italiano, ou o andrea, que devem estar bem vermelhos, mas firmes. Deixe cozinharem até ficarem bem macios e amasse com a colher para se transformarem num molho meio líquido, meio em pedacinhos. Tempere com manjericão, orégano ou salsa e cebolinha, o que você tiver à mão. De preferência frescos, é claro, e procure não misturar muito: escolha um tempero verde e invista nele sozinho. Quando prontos, despeje a massa e o molho num prato forrado com rúcula picada. A rúcula vai semi-cozinhar no calor. Finalize com um bom queijo. Para mim, prefiro o canastra para acompanhar este prato.

Bom apetite!

Snack saudável: coco e frutas


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Lanche da tarde saudável: frutas, coco e creme.

Yes, nós temos coco! E ele fica tão esquecido no nosso dia a dia, não ė mesmo? Uma alternativa mais em conta que as castanhas, também extremamente saudável, ė uma ótima opção para incluir no nosso cardápio como lanche rápido.

Depois de saber que ė um dos melhores alimentos que existe, e animados com a ideia da minha mãe, que congela o coco em pedaços para ir comendo durante a semana, adotamos aqui em casa o coco como o mais novo ingrediente nutritivo do nosso dia a dia!

Que tal um lanche da tarde de frutas, coco e iogurte ou creme? :)

Bom apetite e saúde!!

Imprimíveis (printables): lembrete de dicas sustentáveis para casa


Há alguns meses estamos com uma ajudante aqui em casa… A Cris ama fazer comida e agradar a gente com doces inesperados. Mas não é lá muito ambientalista… a coitada está sofrendo pra andar na linha natureba aqui em casa!

Tive então a ideia de afixar alguns lembretes na lavanderia. O primeiro é este, das coisas que mais quero que ela lembre neste momento. Compartilhamos aqui para quem quiser imprimir e manter um lembrete desses em casa também – seja para uma ajudante, seja para a família!

Bom proveito!

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Um post e um blog muito legal para acompanhar também!


O mito de que alimentos orgânicos são mais caros – http://wp.me/p3OmDL-kX

Compras na roça, produção local, saúde e economia


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R$ 20 em compras.
Quanta fartura, por tão pouco!
Em Coqueiral-MG, conhecemos uma família de agricultores que produz para a merenda escolar, com incentivos do governo. Nem tudo é ruim neste mundo! ;)

Segundo dona Marli, tudo sem agrotóxicos. Ela ainda produz biscoitos e doce de goiaba caseiro. Bom motivo pra voltar pra BH de sacola cheia!

De outros produtores locais, queijo fresco, rapadura, frango caipira e lingüiça defumada de verdade, sem aroma artificial de fumaça. Aí dá até pra sair da linha e comer carne..

Fica a dica, aproveite idas ao interior para conhecer a produção local e voltar abastecendo a despensa de comida boa e saudável!

Feira organica e descobertas


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Fui na feira e comprei… Maracujá e abóbora da roça, banana prata, banana maçã e banana vermelha. Banana vermelha?? Pois é… Alguns chamam banana roxa, outros banana vinagre. Descobri por que. Experimentei crua, mas o sabor não me agradou muito. Mistura de prata com nanica, sei lá… Coloquei no microondas pra experimentá-la cozida com açúcar e canela, e saiu um cheirinho de vinagre! Não curti muito, pra set sincera.. Mas coloquei um pouco de leite condensado e Juju mandou ver!

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Sem coleta seletiva? Até quando ?!!!


Até quando BH vai ficar sem coleta seletiva em todos os bairros?

Segundo a SLU apenas alguns bairros da capital contam com o serviço de coleta seletiva em caráter experimental. É uma pena. Bairros residenciais como Jaraguá, onde eu moramos, não tem coleta seletiva e nem pontos de coleta de material reciclável.

Em casa tentamos fazer a nossa parte, separando o lixo para descarte adequado. Separamos plástico, papel, vidro e metal. Fizemos um móvel com caixas de supermercado nas cores indicadas para cada tipo de material.

Em casa somos três pessoas e levamos em média, 20 dias para encher as caixas de plástico e papel. Quando estão cheias temos de fazer a procissão do lixo. Pegar as caixas e procurar um ponto de coleta e depositar o material recolhido. Os pontos de coleta mais próximos de casa são na UFMG ou na vila militar, distantes em média 2,5 km de casa.

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Não é fácil manter o material em casa até juntar um volume considerável, levar até o local de coleta, descartar nos contêineres com abertura pequena onde não cabem as caixas ou embalagens plásticas… ufa! Só fazemos isso porque acreditamos no agir local e pensar global. Mas tenho de confessar, não é fácil.

Será que existe alguém que ainda não acredita na viabilidade econômica e ambiental da coleta seletiva? Porque a PBH não disponibiliza este serviço em todos os bairros da capital? Será que o período experimental já não foi suficiente? Será que existe alguma pressão das empresas particulares de coleta de lixo para a coleta seletiva não pegar em toda a cidade? Estas e muitas outras perguntas continuam sem respostas e martelando em nossas cabeças. Por quê? Até quando?

coletaNa cidade de São Vicente – SP a coleta seletiva funciona em todos os bairros e a renda auferida com a venda do material é destinada às creches e escolas municipais. Todo mundo coopera separando em casa os resíduos secos dos molhados. No dia indicado, o caminhão da coleta seletiva passa recolhendo o material. Foram feitas palestras e distribuídos panfletos orientativos em todas as casas da cidade. Tenho informações de que o processo funciona bem com um volume crescente de material recolhido. Mais informações no site da CODESAVI (http://www.codesavi.com.br/proj_view.php?id=22) companhia municipal responsável pela coleta seletiva na cidade.

Até que o lixo seja recolhido na porta de casa, vamos fazer a nossa parte. Para ajudar segue um mapa com os ecopontos (pontos de coleta) na grande BH. Acorda gente! Acorda PBH!

E a terra continua a dar seus frutos…


.Enquanto estamos no ostracismo, gestando um novo site / blog totalmente novo, e enquanto estamos correndo para dar conta de mil e um projetos e trabalhos paralelos, e enquanto a Júlia cresce, cada vez mais fofa e sapeca, e enquanto não temos quase tempo de cuidar do jardim…

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…a terra generosamente continua dando seus frutos e flores!

Ode às fruteiras: o charmoso hábito brasileiro


Foto: Alessandro Leite @ Flickr

Uma foto bem, digamos, retrô em homenagem às mesas de vovós com fruteiras

Eu confesso: até bem pouco tempo, não era fã de usar frutas para enfeitar  a mesa, não. Achava coisa cafona, de sala de jantar de tia-avó. Mas de tanto o Dan falar que gostava, que frutas são bonitas, que lhe traziam uma sensação boa, de abundância, acabei cedendo. E não é que ele tinha razão?

Nossas mães e avós tinham o costume de colocar uma fruteira – que podia ser simplesmente uma gamela de madeira velha ou  uma tigela improvisada – para enfeitar as mesas da cozinha e sala de jantar. Com o tempo, acabamos substituindo esses hábitos por instalar no nobre centro das mesas umas fruteiras “chiques” com bolas de isopor ou resina enfeitadas. (? que raios….) Era o máximo modernoso! Agora, já isso é cafona também.

Agora aqui em casa ou temos um vaso de flores (aqui que máximo, ó ;) ou uma boa e velha fruteira cheia de frutas. Quando elas vão minguando, porque acontece, retiro ela para a cozinha até passar no sacolão e recheá-la de novo.

Porque fruteiras são legais:

  1. Frutas são uma decoração bonita e barata – e, há quem diga, ‘vintage’ ;)
  2. A decoração muda a cada passadinha no mercado, feira ou sacolão
  3. O mais importante: incentiva você a comer melhor. Frutas à mão = mais frutas na barriga

Por isso, esconda aquele vidro pomposo com doces e coloque a fruteira à vista.

Pelo retorno das velhas, boas e simples fruteiras cheia de delícias frescas enfeitando as nossas mesas!

Mudanças a caminho…


Aqui atrás das cortinas – ou no fundo do quintal – estamos preparando muita novidade por aí! Compramos um domínio próprio, e em breve estaremos com um layout totalmente novo, logo nova, site com boa navegabilidade para vocês, queridos e fiéis leitores, passearem de um jeito leve e divertido por nossas dicas e posts.

Aguardem e voltem sempre ;)

Todo sábado você encontra orgânicos fresquinhos na Rede Terra Viva


Carol Guilen:

Legal, agora a feira Terra Viva é semanal! :)

Publicado originalmente em Feira Terra Viva:

Um bom hábito para o segundo semestre do ano: alimentar saúde e alegria semanalmente com a Rede Terra Viva!

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Transgênicos: alerta no rótulo


Aviso de transgênicos

Você já deve ter notado que algumas embalagens vêm agora com um triângulo amarelo, com um “T” escrito dentro, não é? Significa que o produto contém algum transgênico em seus ingredientes. Agora esse alerta é obrigatório.

Esses dias fui comprar amido de milho (também conhecido pelo nome da popular marca ‘maizena’), e fiquei sem opção: simplesmente TODAS as marcas tinham o famigerado “T” em seus rótulos. Fazer o que, pensei, vou ter que levar milho transgênico pra casa.

Já pesquisei sobe os impactos de transgênicos sobre a saúde e sobre o meio ambiente, na época em que eles começaram a entrar no mercado e a legislação brasileira regulamentou o uso deles no País. Conclusão simples: até agora ninguém comprovou dano algum na saúde ou na natureza.

Transgênico é quando usam um gene de outro organismo (geralmente bactérias) para melhorar variedades de milho, soja ou outro produto agrícola. Há transgênicos que sobrevivem melhor a estiagens, pragas, etc. Eca, você pode pensar, vou comer bactérias? Não exatamente. Você vai comer pedaços de DNA produzidos por elas. E já come coisa muito mais esquisita, posso lhe garantir (fungos, lactobacilos, etc). O problema que pode ter é se você for alérgico a alguma substância que o milho, soja ou o que seja passa a produzir depois de ter recebido o DNA alheio. Não há evidências de que o DNA importado faça nenhum outro mal ao seu corpo.

Já ao meio ambiente, a história é mais complicada, na minha opinião. Há quem diga que as lavouras transgênicas façam os seus predadores (geralmente pragas como fungos de plantação e insetos) evoluírem mais rápido para superar a nova habilidade da planta. Mas não vejo por que isso seria exatamente ruim ecologicamente – mas sim economicamente. É como as bactérias e os vírus causadores de doenças, que acabam ficando mais resistentes porque sempre selecionados os mais fortes, ao usarmos remédios – por isso, meu caro, é importante seguir direitinho a receita médica e tomar os antibióticos por todo o tempo estipulado, para não deixar sobrar alguns super-vírus e bactérias para contarem a história pros seus netos.

Outro porém dos transgênicos no ambiente é que não tem como barrá-los. O pólen de um cultivo de milho transgênico na certa vai ser levado pelo vento e se misturar a outros milhos, não transgênicos, e logo não vamos ter mais tanto controle sobre o que é e o que não transgênico.

Minha opção? Prefiro NÃO-transgênicos. Por quê, se acabei de dizer que eles não são assim perigosos quanto alguns dizem por aí? Por isso aqui: transgênicos muitas vezes são feitos para resistir a altos níveis de agrotóxicos, para os produtores poderem tascar mais veneno nas plantações – e assim terem perdas mínimas. Quem ganha com isso são grandes empresas, como Monsanto, que vendem o transgênico e o agrotóxico. E o pior: geralmente as sementes são feitas de forma a não produzirem uma segunda ou terceira geração. Assim os agricultores são obrigados a sempre comprar da mão deles.

Transgênicos são uma das facetas de uma agricultura que não é a nossa cara. Gostamos mesmo é daquelas  lavouras de pequena escala, familiares, que produzem feijão, mandioca e outras delícias para nossa mesa, mais fresquinhas e menos exportadas. Por isso, se vejo o triângulo amarelo nos rótulos, prefiro não levar, obrigada